Todos nós conhecemos o modelo acima, que mostra o nosso Sol parado no centro de nosso sistema solar e os planetas girando ao seu redor. Fomos apresentados a esse modelo durante nossa vida escolar, o que nos levou a acreditar que ele se trata de uma verdade quase incontestável. E agora que sabemos que até mesmo a nossa estrela principal está em movimento na galáxia, surge a questão de como os mundos que a cercam a acompanham.
Mas pensar no nosso sistema solar como uma espécie de “frisbee”, vagando lateralmente pela galáxia, é algo que parece não fazer muito sentido por alguns motivos. Primeiramente, isso poderia singificar que a Terra (e todos seus planetas vizinhos) passaria metade do ano “andando” mais rápido que o Sol e a outra metade avançando mais devagar que o astro, de forma que permitisse as voltas constantes em torno dele.
Além disso, esse esquema de movimentação, com trajetórias praticamente em um mesmo plano, impossibilitaria que os planetas ficassem visíveis o ano todo, como o fazem na realidade. No modelo “reto”, cada um deles teria que se esconder atrás do Sol ao menos uma vez por ano – ou mais, para os mundos com as voltas mais rápidas.
A grande jornada